sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Inferno astral
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Not so good
Quando você percebe que não dá conta dos seus problemas e conflitos é importante que tenha a humildade para admitir a impossibilidade. Está na hora de procurar ajuda.Depois de vários dias sentindo que venho numa descrescente de humor e vontade, resolvi usar os recursos que conheço. Não quero cair, não vou esperar que as coisas se ajeitem por si, vou buscar o que preciso.
Ironicamente este final de semana, assisti um episódio dos Simpsons aonde a Lisa toma consciência de que em 50 anos Springfield vai acabar e entra em depressão profunda. Os pais a levam a uma psiquiatra que receita um remédio chamado "ignorall" e, então, ela passa a enxergar as pessoas com carinhas felizes mesmo em situações trágicas.
Tive uma imensa vontade de correr na farmácia pra saber se realmente existe tal remédio, uma pílula da alienação total.
Há algum tempo sonho com animais nojentos, baratas e outros bichos. Eles aparecem no copo de bebida, na comida, na casa, nas mãos das pessoas que estão comigo. Esta noite sonhei com baratas com pêlos e vários olhos. Seriam apenas sonhos se eu não trabalhasse com isso e não soubesse que existe um significado. Às vezes queria não saber, a ignorância pode ser confortável.
Preciso me cuidar...
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Life is good I

-Piadinhaaaaa.....
- Hum? - grunhe a mãe
- Mãe, você sabe como o Batman e o Robin se conheceram?
- Hummmmm - mãe finge pensar, afinal não vai estragar o gran finale.
..... alguns segundos depois....
- Como? - pergunta incrédula
- Num bate-papo...hahahahaha
Assim começou meu dia hoje.
Valeu Dudu!
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Asas

terça-feira, 4 de agosto de 2009
Um pouco disso, um pouco daquilo

quinta-feira, 23 de julho de 2009
Don't worry. Be Happy.
Como é difícil despreocupar-se, deixar que as coisas aconteçam no seu próprio ritmo.Para uma pessoa como eu é praticamente impossível. Não que eu não tente, eu tento.
Por exemplo, neste exato momento cai uma chuva torrencial lá fora e eu estou aqui tentando escrever pra aplacar a angústia de um enfrentamento.
Não gosto de confusão e brigas, prezo a clareza. Acredito que devemos falar dos sentimentos, expressá-los sem medo, mas ainda nos arraigamos à falsa idéia de que isso nos torna frágeis e vulneráveis.
Não sou frágil, tampouco vulnerável, nunca me vi assim, mas também nunca pensei ser uma fortaleza. Eu apenas me defendo muito bem, foram anos precisando agir dessa maneira pra não ser chutada como cachorro morto.
Eu só quero a oportunidade de viver minha vida. É pedir muito?
Sei que não fiz as coisas da melhor maneira, tudo podia ser muito diferente, mas não é.
Nem Clark Kent pode me salvar girando o planeta ao contrário e voltando no tempo. Nesse ponto penso como Rubem Alves: "se pudesse viver minha vida novamente faria tudo exatemente como fiz até hoje". Eu sou o resultado de tudo o que vivi e, confesso, gosto muito do que vejo no espelho.
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Mazelas cotidianas
Sábio Chico!
Quem não sofre pelas mazelas cotidianas? Coisas feitas sempre da mesma maneira, repetidas e repetitivas vezes.
Determinadas pessoas nunca mudam a maneira de agir e de pensar, criam uma resistência e uma rigidez na vida que as impede de ser criativas, de ousar, tentar coisas novas, perder o medo.
Ou simplesmente acomodam-se em comportamentos esperados, pré determinados por uma dinâmica de funcionamento dos relacionamentos que vive.
Freud disse sobre a compulsão à repetição: "repetir para elaborar", mas certas coisas ultrapassam o limite da elaboração e passam para o campo da teimosia e da queda de braço, do "vamos ver quem pode mais".
Ainda há a cegueira, essa é das piores, pois o indivíduo simplesmente não vê ou não relaciona sua atitude com a consequência dela, portanto não muda de atitude. Acha que a culpa é do mundo, do vizinho, do sistema... nunca dele.
Eu sou uma pessoa irritada, nervosa. Algumas coisas pequenas (eu sei) acabam com o meu dia, como por exemplo, repor papel higiênico. Não existe nada de maior mal gosto do que entrar no banheiro da sua casa e perceber que aquele que veio antes de vc não teve a decência de pensar em quem viria depois. Acho isso de uma desconsideração imensa.
Vc pode pensar: "que besteira", ou talvez tenha se identificado e até fique bravo com isso como eu, ou até pode ser um daqueles que nunca repõe o papel e ria dos que se icomodam com isso. Se vc é desse último tipo tenho algo a te dizer: espero, sinceramente, que na próxima ida ao banheiro vc encontre um de seus semelhantes e que seja obrigado a vestir sua roupa íntima sem o devido cuidado e asseio que lhe é peculiar.
Parece que o aprendizado pela dor é a escolha de alguns.
Eu tomei uma decisão. Vou tirar as revistas do banheiro e vou escrever um manual de conduta e procedimento para os usuários, quem sabe assim a coisa muda.
